Método Cris Nobile
Muito além de um protocolo — uma forma de reconectar corpo e consciência
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O Método Cris Nobile nasceu da prática clínica, da escuta e da observação cuidadosa de centenas de mulheres que chegaram ao consultório acreditando que o prazer não era mais possível. O método é resultado de anos de estudo e experiência com mulheres que enfrentaram vaginismo, dispareunia, dor na penetração, menopausa, endometriose, tratamentos oncológicos e dor pélvica crônica.
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Ele foi desenvolvido para ir além da dor, reconstrui
ndo a forma como a mulher se relaciona com o pró
prio corpo. Baseia-se em dois pilares: Reabilitação
e Consolidação — etapas que se complementam e
conduzem a uma transformação física, emocional
e sensorial.
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1. Pilar da Reabilitação
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O primeiro pilar é o momento em que o corpo
aprende novamente a se sentir seguro. É o pro
cesso de reeducação e reequilíbrio da pelve, onde
a paciente passa a reconhecer sensações, identifi
car tensões e entender os sinais do próprio corpo.
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Objetivos da Reabilitação
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• Reduzir dor e sensibilidade;
• Reestabelecer mobilidade, vascularização e
elasticidade dos tecidos;
• Restaurar o equilíbrio muscular do assoalho
pélvico;
• Reeducar o corpo para responder com
naturalidade, sem dor;
• Promover percepção e consciência corporal.
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Técnicas utilizadas
Durante a reabilitação, são utilizadas técnicas
fisioterapêuticas manuais e instrumentais,
adaptadas a cada
caso:
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• Terapia manual e manipulação pélvica: liberação
de pontos de tensão, aderências e encurtamentos
musculares;
• Massagem perineal: melhora da vascularização,
mobilidade e sensibilidade dos tecidos da vulva e
do canal
vaginal;
• Liberação miofascial: tratamento das fáscias e
músculos profundos da pelve, promovendo
alívio da dor e restauração da mobilidade;
• Técnicas de sensibilização e dessensibilização:
estímulos progressivos que ajudam o
corpo a se habituar novamente ao toque e à
penetração, sem dor;
• Técnicas de relaxamento e respiração: essenciais
para reduzir o tônus muscular e
reconectar corpo e mente;
• Treino de propriocepção e percepção corporal:
exercícios que ajudam a paciente a
identificar e controlar conscientemente a muscu
latura do assoalho pélvico;
• Uso progressivo de dilatadores vaginais: aplicados
com orientação e acompanhamento,
respeitando o ritmo da paciente e a resposta do
corpo.
Essa etapa é individualizada e guiada por confiança,
onde cada avanço — por menor que pareça —
representa um grande passo em direção à
liberdade corporal.
2. Pilar da Consolidação
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A consolidação é o segundo pilar do método e marca o início de uma nova fase: o corpo já não está apenas livre da dor — ele está reconectado, integrado e consciente. Aqui, o objetivo é fortalecer e estabilizar os resultados, garantindo que o corpo mantenha o que conquistou.
Objetivos da Consolidação
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• Integrar os ganhos motores e sensoriais conquistados na reabilitação;
• Desenvolver controle, resistência e coordenação muscular;
• Aprofundar o vínculo entre corpo e prazer;
• Sustentar os resultados a longo prazo.
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O foco da Consolidação
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Essa fase envolve exercícios ativos de fortalecimento e consciência pélvica, práticas de autotoque e acompanhamento para garantir que o corpo permaneça saudável, responsivo e confiante. É também o momento em que a paciente aprende a reconhecer sinais precoces de tensão ou desconforto, mantendo o equilíbrio conquistado.
Ciência, acolhimento e presença
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O método une ciência e sensibilidade, com base em princípios da fisioterapia pélvica, neurociência da dor e educação somática. Mas ele também é um convite à presença e ao cuidado com o corpo feminino — um corpo que muitas vezes foi silenciado, e que agora encontra um espaço para reaprender a sentir, confiar e viver com liberdade.
Mais do que um tratamento, o Método Cris Nobile é um processo de autoconhecimento, reconstrução e pertencimento ao próprio corpo.

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O primeiro passo é ouvir o corpo. A dor é apenas um sinal — e ela pode ser transformada.




