Menopausa
O que acontece com o corpo durante a menopausa
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A menopausa é um processo natural, marcado pela queda na produção dos hormônios estrogênio e progesterona. Essa mudança afeta não apenas o ciclo menstrual, mas também a pele, o sono, o humor, a lubrificação e a saúde dos tecidos vaginais. Essas transformações podem começar na pré-menopausa (fase de transição), intensificam-se na menopausa (quando os ciclos cessam por completo) e continuam no pós-menopausa, quando os sintomas tendem a se estabilizar, mas o corpo ainda se adapta a essa nova fase.A menopausa é um processo natural, marcado pela queda na produção dos hormônios estrogênio e progesterona. Essa mudança afeta não apenas o ciclo menstrual, mas também a pele, o sono, o humor, a lubrificação e a saúde dos tecidos vaginais. Essas transformações podem começar na pré-menopausa (fase de transição), intensificam-se na menopausa (quando os ciclos cessam por completo) e continuam no pós-menopausa, quando os sintomas tendem a se estabilizar, mas o corpo ainda se adapta a essa nova fase.
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Dor na penetração: quando o corpo muda, mas o prazer não precisa acabar
A dor na relação sexual é uma queixa frequente nessa fase e, segundo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), ela é classificada dentro do Transtorno de Dor Genitopélvica/Penetrativa (Genito-Pelvic Pain/Penetration Disorder).
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Esse quadro clínico abrange a dispareunia — ou seja, a dor
durante a penetração —, e pode ter diferentes intensidades e causas.
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Na menopausa, essa dor costuma estar associada à atrofia vaginal (redução da espessura e da elasticidade dos tecidos), ressecamento, alteração da flora vaginal e diminuição da lubrificação natural. Essas mudanças deixam a região mais sensível e suscetível à dor, mesmo em relações que antes eram confortáveis.
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Dispareunia na menopausa
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A dor na penetração nessa fase é considerada dispareunia, podendo se manifestar de duas formas:
• Dispareunia de entrada: dor logo na introdução, por sensibilidade aumentada e ressecamento dos tecidos vaginais;
• Dispareunia de profundidade: dor interna, que pode estar ligada à tensão muscular, à redução da mobilidade dos tecidos ou à postura mantida ao longo dos anos.
Ambas podem afetar a vida sexual, emocional e relacional — mas todas são tratáveis com a abordagem certa.
Como eu atuo no tratamento da dor na menopausa
O tratamento é centrado na fisioterapia pélvica especializada, que tem como foco restaurar a vitalidade e a funcionalidade dos tecidos pélvicos. A fisioterapia atua na vascularização, na mobilidade e na reeducação muscular, devolvendo elasticidade, lubrificação e conforto à região íntima.
Mais do que aliviar a dor, o objetivo é reconstruir a confiança corporal e resgatar o prazer, com técnicas que respeitam o ritmo do corpo e o tempo da paciente. Em muitos casos, o acompanhamento fisioterapêutico é associado a orientações médicas e cuidados com o estilo de vida, criando um plano de tratamento completo e duradouro.
O Método Cris Nobile
O método que desenvolvi ao longo de vários anos de prática clínica é sustentado por dois pilares principais: reabilitação e consolidação. Ele une ciência, acolhimento e percepção corporal para restaurar o equilíbrio físico e emocional da mulher.
Mais do que aliviar sintomas, meu método propõe uma reconstrução da relação com o próprio corpo — conduzindo à presença, ao prazer e à liberdade íntima.
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A menopausa é uma fase de transformação, não de interrupção. Com o tratamento adequado, é possível viver o prazer de forma plena e sem dor — em qualquer idade.




