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Prazer, eu sou a Dra. Cris Nobile
Antes de tudo, sou uma mulher como você — filha, mãe, profissional — com uma vida cheia de papéis, desafios e recomeços. Sempre acreditei que cuidar é um ato de empatia e escuta. E foi esse desejo de cuidar que me levou à fisioterapia.
Minha trajetória começou na área oncológica, um campo de profundo aprendizado humano. Mas foi na Fisioterapia Pélvica que encontrei meu verdadeiro propósito: ajudar mulheres a se reconectarem com o próprio corpo, a superarem dores que as afastaram do prazer e a reencontrarem a confiança na própria história.
Há quase uma década, vivo uma intensa troca com minhas pacientes — histórias de dor, de medo e de superação que se misturam às minhas próprias experiências. E foi aí que percebi algo essencial: somos feitas umas das outras.
Hoje, minha missão é acolher, investigar e tratar a dor na relação sexual com técnica, sensibilidade e escuta ativa.
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A dor na relação
A dor na relação sexual tem se tornado um tema cada vez mais presente nas conversas entre mulheres e nos meios de comunicação.
Por muito tempo, esse assunto foi cercado de silêncio, culpa e desinformação — mas isso está mudando.
Hoje, as mulheres estão buscando respostas, acolhimento e tratamento especializado. Estão entendendo que sentir dor não é normal e que há causas físicas e emocionais que podem (e devem) ser investigadas.
Entre os principais motivos estão o vaginismo, a dispareunia (dor na penetração) causada pelas mudanças hormonais da menopausa, das alterações do pós-parto, pela dor pélvica crônica, endometriose, efeitos de tratamentos oncológicos. e por tantas outras causas.
Em todos esses casos, a fisioterapia pélvica tem papel fundamental: ela atua na reeducação da musculatura íntima, na melhora da percepção corporal e no resgate do prazer e da autoconfiança.
Falar sobre isso é essencial.
Buscar ajuda é um ato de coragem.
E compreender o próprio corpo é o primeiro passo para viver uma sexualidade mais livre, sem dor e sem medo.
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Qual nosso diferencial
O meu método une técnica, escuta e presença.
Porque tratar a dor não é apenas sobre músculos — é sobre ensinar o corpo a confiar novamente.
Cada atendimento é individualizado, respeitando o tempo de cada mulher e o que o corpo pede em cada fase do processo.
Mais do que aliviar sintomas, meu objetivo é restaurar a relação entre corpo, prazer e segurança.
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